Filadélfia - 1993
Gênero: Drama
Direção: Jonathan Demme
Roteiro: Ron Nyswaner
Duração: 125 minutos
Elenco:
Tom Hanks.... Andrew Beckett
Denzel Washington....Joe Miller
Jason Robards.... Charles Wheeler
Antonio Banderas.... Miguel Alvarez
Joanne Woodward.... Sarah Beckett
Mary Steenburgen.... Belinda Conine
Charles Napier.... juiz Garnett
Prefeito Edward Rendell.... ele mesmo
Karen Finley.... dr. Gillman
Sinopse:O filme conta a história de Andrew Beckett(Tom Hanks), um advogado homossexual que trabalha para uma prestigiosa firma em Filadélfia. Quando fica impossível para ele esconder dos colegas de trabalho o fato de que tem AIDS, é demitido. Beckett contrata então Joe Miller(Denzel Washington), um advogado homofóbico, para levar seu caso até o tribunal.
Principais prêmios e indicações:
Festival de Cinema de Berlim 1994 (Alemanha)
Vencedor do Urso de Prata de melhor ator (Tom Hanks)
Indicado ao Urso de Ouro de melhor filme (Jonathan Demme)
Oscar 1994 (EUA)
Vencedor do prêmio de melhor ator (Tom Hanks)
Vencedor do prêmio de melhor canção original (Bruce Springsteen com Streets of Philadelphia)
Indicado ao prêmio de melhor maquiagem (Carl Fullerton e Alan D'Angerio)
Indicado ao prêmio de melhor canção (Neil Young com Philadelphia)
Indicado ao prêmio de melhor roteiro original (Ron Nyswaner)
Globo de Ouro 1994 (EUA)
Vencedor do prêmio de melhor ator dramático (Tom Hanks)
Vencedor do prêmio de melhor canção original (Bruce Springsteen com "Streets of Philadelphia")
Indicado ao prêmio de melhor roteiro (Ron Nyswaner)
Grammy 1995 (EUA)
Vencedor do prêmio de melhor canção escrita especialmente para um filme (Bruce Springsteen com Streets of Philadelphia)
BAFTA 1995 (Reino Unido)
Indicado ao prêmio de melhor roteiro original (Ron Nyswaner)
Curiosidades do filme:
Tom Hanks perdeu aproximadamente 20 quilos para interpretar o personagem quando ele estava com AIDS em estágio avançado.
Filadélfia foi filmado totalmente na sequência de seu roteiro para que Hanks pudesse perder peso para interpretar Andrew com AIDS num estágio mais avançado.
Os produtores pensaram em nomear o filme como People Like Us (Gente como nós), At Risk (Em risco) e Probable Cause (Causa provável).
Segundo o IMDB, 53 atores gays apareceram em várias cenas do filme. No ano seguinte, 43 deles morreram devido a complicações resultantes da AIDS.
Tak Fujimoto, o diretor de fotografia, aparece como um médico no hospital na cena sequinte a do parto.
O papel de Andrew foi oferecido a Daniel Day-Lewis, Michael Keaton e Andy Garcia.
O diretor Jonathan Demme queria que pessoas não familiarizadas com a questão da AIDS fossem assistir ao filme. Ele sentiu que Bruce Springsteen ajudaria a trazer tal audiência. Ambos, filme e canção, ajudaram a conscientizar as pessoas sobre o assunto.
Originalmente, Jonathan Demme queria que um ator cômico como Bill Murray ou Robin Williams interpretasse o papel de Joe Miller, pois ele sentiu que seria uma ótima forma de balancear todo o drama do personagem de Hanks. No entanto, quando Washington o procurou, ele desistiu da idéia, pois estava querendo trabalhar com ele havia muito tempo.
Quando Andy sai do escritório de Joe pela primeira vez, ele pára em frente a uma janela na rua em que se lê "Macready & Shilts". Isso foi uma referência ao jornalista Randy Shilts, que escreveu a história sobre AIDS And the Band Played On (que virou o filme de sucesso) e viria a morrer pouco antes da estréia do filme.
O filme foi o segundo de grande orçamento de Hollywood a mostrar a epidemia da AIDS nos Estados Unidos, seguindo-se a And the Band Played On. É também considerado grande divisor em relação à forma como gays e lésbicas eram apresentados no cinema, abrindo caminho para O Segredo de Brokeback Mountain.
O fato de os personagens de Hanks e Banderas não se beijarem durante todo o filme (nem na intimidade) trouxe críticas da comunidade LGBT. Numa entrevista ao documentário The Celluloid Closet de 1996, Hanks diz que algumas cenas entre seu personagem e o de Banderas (como a dos dois dividindo uma mesma cama) foram consideradas mais "picantes" e cortadas da edição final do filme. Tal cena foi editada provavelmente para que o filme pudesse receber uma classificação indicativa de 13 anos. Anos mais tarde, ao ser lançado em DVD, o filme apresentava tal cena.
STREETS OS FILADÉLFIA - TRADUÇÃO
Ruas da Filadélfia
Eu estava machucado e surrado e eu não poderia dizer o que senti Eu estava irreconhecível para mim mesmo Eu vi meu reflexo em uma janela Eu não sabia que meu próprio rosto Oh irmão que você vai me deixar enfraquecido Nas ruas da Filadélfia
Eu andei pela avenida até minhas pernas senti como pedra Eu ouvi as vozes de amigos desaparecidos e ido À noite eu podia ouvir o sangue em minhas veias Apenas a preto e sussurrando como a chuvaNas ruas da Filadélfia
Nenhum anjo vai me saudar É apenas você e eu, meu amigo Minhas roupas não me servem mais Eu andei mil milhas Basta deslizar a pele
A noite caiu, eu estou deitado acordado Eu posso me ver desaparecendo Então me receba, meu irmão, com seu beijo infiel ou nós vamos deixar um ao outro sozinhos desse jeito nas ruas da Filadélfia
Cientistas cubanos apresentam pesquisa sobre vacina contra a Aids
Um grupo de cientistas cubanos está desenvolvendo uma pesquisa sobre uma vacina contra o HIV, o vírus causador da Aids, conforme foi anunciado nesta terça-feira (6) no Congresso Internacional sobre Biotecnologia Médica em Havana.
Segundo o doutor em Ciências Enrique Iglesias Pérez afirmou ao jornal cubano Juventud Rebelde, a vacina Teravac-HIV-1 "já recebeu a aprovação das autoridades regulatórias cubanas para iniciar o ensaio clínico fase 1, que inclui um número reduzido de soropositivos".
Iglesias Pérez lidera o grupo de pesquisadores que, segundo ele, buscam "um novo candidato multiantigênico para o HIV tipo 1, que compreende uma proteína recombinante com partículas semelhantes ao vírus, obtida por engenharia genética, que usa esta mescla como potenciadora da resposta imune".
Ele enfatizou que "o teste é para medir a segurança, não está se buscando neste primeiro momento efeitos terapêuticos".
Iglesias Pérez explicou que, "neste caso, estamos apostando pela indução de uma resposta celular contra o vírus, de modo que se destruam as células infestadas e se estimule um nível de resposta humoral que também poderia nos dar resultados positivos".
"Este seria um teste clínico terapêutico, no entanto, as expectativas não devem ir além", atestou o cientista, sobre as possibilidades de proteção contra a Aids. É importante, segundo ele, "não transmitir aos pacientes falsas expectativas".
ESPECIAL - FILADÉLFIA 1993
19:37 |
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